FOTOS: ROGER THOMAS
Entre passos e princípios: a construção do PPP de uma escola de dança
Pesquisadora: Ana Carolina Bonsólio
Orientação: Thaís Castilho
Sinopse: O ensaio Entre passos e princípios: a construção do PPP de uma escola de dança apresenta uma reflexão sobre o papel do PPP como instrumento fundamental para orientar as práticas educativas, artísticas e administrativas nas escolas de dança. A partir da experiência no projeto Balé em Foco, a autora passou a compreender a necessidade de um PPP que consolide a identidade institucional, promova a gestão democrática e assegure a coerência entre a proposta pedagógica e as ações cotidianas.
Ateliê Corpo e Balé
Pesquisadora: Rayne Rocha
Orientação: Mônica Caldeira
Sinopse: Investiga de que forma o processo de ensino do balé pode ser enriquecido quando as experiências, falas e gestos das próprias crianças passam a integrar as práticas em sala de aula. A pesquisa propõe um olhar sensível sobre o corpo e o aprendizado, considerando a criança como protagonista na construção de saberes corporais e expressivos. O trabalho reafirma a importância da escuta e convida à reflexão sobre uma prática pedagógica em dança que reconhece o corpo infantil como território de experiências, descobertas e potência criadora.
FOTOS: ROGER THOMAS
FOTOS: ROGER THOMAS
Balé na infância: plano de aula pensante
Pesquisadora: Ludmilla Lima
Orientação: Thaís Castilho
Sinopse: O “Plano de aula Pensante” vem contribuir com a comunidade do ensino de balé para crianças com objetivo de trazer reflexões, (re)significados e ações de uma aula de balé coesa, empática e divertida às nossas crianças de 3 a 6 anos.
Bonecas bailarinas, crianças brincantes
Pesquisadora: Thayline Muniz
Orientação: Ludmyla Marques
Sinopse: É o resultado de uma pesquisa realizada em sala de aula de dança criativa com crianças de 10 a 11 anos. Por meio de exercícios que combinam códigos gestuais do balé, improvisação em dança e jogos teatrais, a experiência investiga a expressividade, a imaginação e o brincar com formas animadas entre o gesto, o corpo e a invenção.
FOTOS: ROGER THOMAS
FOTOS: ROGER THOMAS
Balé com tato
Pesquisadora: Maria Vitória
Orientação: Mônica Caldeira
Sinopse: É o encontro entre o contato improvisação e o balé clássico nas aulas com crianças pequenas. Realizada com um grupo de crianças de 4 a 6 anos do projeto social “Ballet na Ponta dos Pés”, desenvolvido na Associação de Idosos do Jardim Balneário Meia-Ponte, em Goiânia/Goiás. As aulas foram planejadas para que o contato improvisação se tornasse uma preparação corporal para o balé, abrindo espaço para o lúdico, a experimentação e o diálogo entre diferentes práticas corporais, transformando a sala de aula em um espaço para a descoberta, a brincadeira e a possibilidade de invenção.
Jornal Anthony – memórias e danças – negros no balé – edição 01
Pesquisadora: Layz Dias
Orientação: Daya Gomes
Sinopse: É um informativo que se debruça sobre os desafios, histórias e contribuições das pessoas negras na arte do balé clássico. Esta edição tem como essência celebrar a beleza, trajetória e conquistas destes artistas negros, apresentando um debate sobre igualdade, representatividade, inclusão e visibilidade na dança. Uma expositiva que visa apoiar e inspirar novos artistas, contribuindo no cenário dançante.
FOTOS: ROGER THOMAS
FOTOS: ROGER THOMAS
Cartas para Coppélia
Pesquisadora: Adriano Bittar
Orientação: Paula Petreca
Sinopse: É um vídeo-diálogo, em que Adriano Bittar e Paula Petreca trocam informações sobre como preparar um corpo sensível para o balé de repertório Coppélia. Em três cartas, os professores-artistas dialogam sobre as demandas deste balé e o Ballet Code Training, proposto por Bittar para educar os corpos em cena.
Deathwalk de Giselle
Pesquisadora: Ysa Cardoso
Orientação: Rousejanny Ferreira e Anilson Júnior
Sinopse: Deathwalk de Giselle recria a célebre “Cena da Loucura” do balé Giselle a partir de um corpo trans e do diálogo entre balé e Vogue. A performance revisita a personagem não como vítima, mas como corpo em ebulição, onde a loucura é também reinvenção. E entre dor, raiva e inconformidade, uma dança que morre e renasce, rasgando o destino trágico da bailarina romântica.
FOTOS: ROGER THOMAS
FOTOS: ROGER THOMAS
Agora eu vou "dançar" o que eu quiser
Pesquisadora: Viviane Reis
Orientação: Daya Gomes
Sinopse: Somos hoje boa parte do que sonhamos ou rejeitamos da infância. Esta performance é sobre caminhos de auto escuta, memórias guardadas e danças de mim mesma. Dançar para ressignificar os nódulos e não morrer de engasgo. Me vejo borboleta e celebro com minha criança a ousadia de olhar para tudo que me torna eu.
Copélia Negra
Pesquisadora: Krislayni Tawany Strey Do Nascimento
Orientação: Marlini Dorneles
Sinopse: A performance parte do pressuposto do corpo como um lugar de memória, mas também de produção de silenciamentos e opressão do corpo negro, assim essa pesquisa -performance parte da autoetnografia na perspectiva feminista negra, que busca através de cartas para si mesma, revisitar as experiências vividas com o ballet clássico, e assume enquanto dispositivo o movimento do tempo espiralado, através de uma dramaturgia que permite um diálogo entre uma releitura da figura de Copélia, e da lembrança e evocação ancestral de bailarinas negras que contribuíram e ou contribuem para produção de contranarrativas e o enfrentamento ao racismo no balé.
FOTOS: ROGER THOMAS
FOTOS: ROGER THOMAS
Eu não vim dançar ballet
Pesquisadora: Aparecida Otaviano
Orientação: Deiço Xavier
Sinopse: Entre passos abortados e poses interrompidas, a cena oscila entre narração e dança, entre lembrança e tentativa. Cida fabrica, distorce e completa com imaginação a memória não vivida O que se conta é uma verdade performada: uma fábula de si usada para tensionar como o desejo de dançar disputa espaço com o medo acumulado e autocrítica.
Coleção Balés de Repertório: experimentos com fanzines em movimento
Pesquisadora: Thaís Nascimento
Orientação: Daniela Bottero
Sinopse: Experimentos com fanzines em movimento. Dobrar papel pode ser um ato coreográfico? Nesse projeto procuramos apresentar alguns balés de repertório de formas não convencionais. Inspiradas em técnicas como o fanzine, a colagem e o origami, brincamos com a ideia de que o papel e as dobraduras podem também dançar.
FOTOS: ROGER THOMAS
